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COFFEE, TV AND MUSIC [LISTAS] 12

Sim, já faz algum tempo desde que a última lista foi feita nesse blog. Se bem me lembro, foi a sobre os Grandes Vocalistas da Humanidade, que foi linkada no Jacaré Banguela e tomou proporções jamais vistas nesse humilde blog, em todos os sentidos, polêmica então, mais do que qualquer outro.

Bom, a lista de hoje, é especificamente de uma banda, como algumas que já foram feitas aqui num tempo muito, muito distante. A ideia é a seguinte, eu vi uma lista cujo nome era "Roqueiros também amam" ou algo parecido com isso. Plageando pensando nisso, resolvi fazer um post com baladas só do Bon Jovi, uma vez que a lista anteriormente citada não tinha, pasme, nenhuma música sequer deles.


01 – She Don’t Know Me (Bon Jovi, 1984)

Faixa três do primeiro disco da banda. Se fosse um pouco mais rápida, entraria na categoria power-ballad. Alguns elementos oitentistas são quase que fundamentais na construção da música, como bateria sampleada e teclados acompanhando a música toda. Além claro, do solo de guitarra no final, que não pode faltar.


02 – I’d Die for You (Slippery When Wet, 1986)

E falando em power-ballad, aqui está ela. Nos dias de hoje, o título e no caso, o refrão, não poderiam ser mais emo. Mas nos anos 80, ninguém conseguia deixar mais coxas femininas molhadas do que esses caras. Ao mesmo tempo em que a letra diz “eu morreria por você/eu choraria por você”, a música soa quase raivosa, com uma guitarra implacável durante a música toda e a voz rasgada de Jon.


03 – Never Say Goodbye (Slippery When Wet, 1986)

Ta aí uma das baladas que consagraram o Bon Jovi. Melosa do início ao fim, Never Say Goodbye tem toda aquela pinta de trilha de novela. Se fosse uma musica nacional, teria sido composta pelo Roupa Nova. A letra, nem é preciso dizer do que fala, né?


04 – I’ll Be There for You (New Jersey, 1988)

“Quando você respira eu quero ser o ar para você”. Sim, essa é uma das frases que você encontra nessa música. No quesito letra, a mais melosa de todas as baladas do Bon Jovi. Mas justamente por isso, uma das mais bonitas.


05 – Bed of Roses (Keep The Faith, 1992)

Sabe aquela música que você diz: “É cafona mas eu gosto?”. Se fizessem uma lista com esse título, entraria nas primeiras posições fácil! Até mesmo porque, sei lá né? Mas cama de rosas é meio 90’s. Ou seja, na época, era legal.


06 – Someday I’ll Be A Saturday Night (Cross Road, 1994)

Acho eu, que foi aqui que o Bon Jovi começou a se desviar do caminho pra se tornar o que é hoje. Não que seja ruim, mas... diferente do que já foi um dia, assim podemos dizer. Alguns elementos da música são até uma previsão, porque em alguns momentos dá pra sentir uma levada quase Country, que foi o estilo do Lost Highway, lançado em 2007.


07 – Always (Cross Road, 1994)

Uma das canções de amor mais lindas de todos os tempos. E isso é tudo.


08 – This Ain’t A Love Song (These Days, 1995)

Essa sem sombra de dúvidas é uma das músicas mais corta-pulso que Jon Bon Jovi e seus amigos escreveram. Sente o refrão: “Se o amor que eu tinha por você se foi/Se o rio que eu chorei não foi o suficiente/Então eu errei, sim eu errei/Essa não é uma canção de amor”. Apesar do título não dizer, essa é sim uma canção de amor. E daquelas bem chorosas.


09 – (It’s Hard) Letting You Go (These Days, 1995)

(It’s Hard) Letting You Go, mesmo tendo sido gravada em 1995, ainda hoje soa moderna, aos mais desavisados, pode até se dizer que foi gravada ontem, que ninguém discorda. A letra fala basicamente sobre um relacionamento onde as coisas não são mais como já foram um dia.


10 – Hearts Breaking Even (These Days, 1995)

De começo, tem uma levada Aerosmitheana, já nos versos, uma guitarra bem swingada e um órgão de fundo que quase faz remeter aos rocks dos anos 50 e 60. Quando a música sobre pro pré-refrão e consequentemente, pro refrão, volta a ser Bon Jovi. Corações partidos e tal, nada muito diferente do que você viu até aqui.


11 – Thank You For Loving Me (Crush, 2000)

Chegamos na parte em que muitas pessoas costumam dizer que é o novo Bon Jovi, que começou a partir do lançamento do Crush, em 2000, e do fenômeno It’s My Life. Mas lovesongs independente da época, todas tem uma fórmula só. E com essa não é diferente.


12 – All About Lovin’ You (Bounce, 2002)

Pop. Muito pop. Com batida eletrônica e guitarra soladinha ao fundo. Se colocassem a Dido ou a Natalie Imbruglia cantando, teria o mesmo efeito. Mas uma grande música, sem dúvida.


É claro que listas nunca serão uma unanimidade, e há quem vá dizer que faltou muita coisa. Sendo assim... se tu é um grande conhecedor de Bon Jovi, faça a tua lista nos comentários.


That’s all, folks!

BON JOVI

Ano passado o Bon Jovi lançou seu mais recente trabalho, entitulado The Circle. Diferentemente do anterior, Lost Highway, que tinha uma temática mais country, Jon Bon Jovi e sua turma resolveram voltar a fazer rock. A ideia é reforçada pelo guitarrista Richie Sambora:

"O disco leva a banda de volta ao Rock N' Roll. Haverá uns grandes refrões lá. Soa como Bon Jovi, mas soa suave também. Nós experimentamos com um monte de novos sons e gostamos muito de trabalhar com John Shanks, que também é um guitarrista muito bom; então ele e eu brincamos bastante com os sons de guitarra. Há vários sons de guitarra muito bons e novas atmosferas no novo álbum, que eu acho que o faz parecer realmente moderno"

O último trabalho nesse tom havia sido o Have a Nice Day, de 2005. No entanto, na comparação com o disco citado, The Circle soa mais incisivo, carregado, intimista, pesado e maduro. Nesse sentido, The Circle parece ter uma mensagem maior pra passar do que apenas divertir os fãs com músicas alegres.

A faixa de abertura, We Weren't Born to Follow já sintetiza bem isso. Fala sobre sempre seguir em frente, nunca abaixar a cabeça pra nada e se agarrar no que acredita. Outro destaque desse disco é Work For The Working Man. É paixão à primeira ouvida. E tem explicação. A linha de baixo inicial dessa música, somada com a batida da bateria, fazem pensar que é um remake, ou uma espécie de sequência do clássico Livin' On A Prayer, do Slippery When Wet, de 1986.

A modernidade a que Richie Sambora se refere é claramente percebida em todas as faixas do disco, sobretudo em Bullet, Thorn In My Side e Love's The Only Rule.

Em todo caso, é um disco bastante coerente no que a banda se propôs a apresentar para os seus fãs. Por outro lado, não é nenhum disco conceitual, no qual novos fãs serão feitos, mesmo que o disco tenha uma boa mensagem pra passar, como foi anteriormente dito.

Mas verdade seja dita, se a essa altura o Bon Jovi tiver de conquistar novos ouvintes, será com discos como Slippery When Wet, Keep The Faith, These Days, ou então; da fase moderna, Crush ou Bounce.

That's all, folks!

BON JOVI

Sob o título de One Wild Night - Live 1985 / 2001, é o primeiro disco ao vivo do Bon Jovi, que vem sendo um dos pivôs de uma polêmica envolvendo o jogo Guitar Hero 5, mais tarde falaremos sobre isso.

Bem, como o título do disco sugere, ele foi lançado em Março de 2001, até mesmo porque, as gravações até então mais recentes eram de Novembro de 2000. A faixa que o abre era então o grande hit do último disco em estúdio, Crush, música essa, que também se tornaria o maior hit da história da banda, It's My Life.

Adiante, uma sequência matadora de clássicos da banda, a começar por Livin'on A Prayer, seguida por You Give Love a Bad Name, Keep The Faith e Someday I'll Be a Saturday Night. Outra curiosidade acerca do disco, é que algumas músicas de um mesmo show foram utilizadas, como Keep The Faith e Wanted Dead Or Alive de um show de Nova York em 2000, ou Livin'on A Prayer, Bad Medicine e You Give Love A Bad Name, de um show em Zurique, na Suiça, também em 2000, este último, considerado por muitos como um dos melhores shows da banda.

As gravações mais antigas do disco são Runaway e In And Out Of Love, gravadas em Tokyo, mais precisamente em 28 de Abril de 1985. Ainda tem uma versão emocionante I Don't Like Mondays com Bob Geldof e um cover muito legal de Rockin' In The Free World de Neil Young.

Embora Jon Bon Jovi e os outros membros da banda afirmarem não suportar Axl Rose, o disco foi gravado aos mesmos "moldes" de Live Era 87'93 do Guns N' Roses, lançado em Novembro de 99, juntando várias gravações ao vivo ao longo dos anos, a diferença é que o disco de Axl e compania foi todo maqueado em estúdio, já o do Bon Jovi não. O que comprova isso é o fato de que, basta procurar os vídeos das músicas no YouTube que o instrumental é o mesmo, a voz de Jon Bon Jovi segue limpa, assim como no disco.

Nos créditos da banda constam apenas Jon Bon Jovi, Richie Sambora, David Bryan e Tico Torres. Os baixistas Hugh McDonald e Alec Such aparecem como músicos adicionais. Aliás, Alec só toca em duas faixas, as gravadas em 85.

O single utilizado para divulgar o disco, foi, lógico, da música One Wild Night, que fecha o disco. Em alguns sites e lugares em que tu baixa o cd ela aparece como se tivesse sido gravada em Ontario, Canadá. O que não é verdade, pois trata-se de uma regravação em estúdio.

P.S: A One Wild Night do Crush é melhor.

Post ao som de: Someday I'll Be Saturday Night (November 10, 1995 - Melbourne, Australia) - Bon Jovi

That's all, folks!

BON JOVI


Porra, tava mais do que na hora de falar desses caras. Sim, esses caras, porque ao contrário do que muita gente pensa, Bon Jovi não se trata daquele cantor que também faz filmes e que muitas adolescentes de todo o mundo dariam sua vida por ele. A banda Bon Jovi já foi formada por 5 caras, Jon Bon Jovi, Richie Sambora, Alec Such, Tico Torres e David Bryan, hoje são 4, Alec deu lugar a Hugh McDonald nas quatro cordas, entretanto... Hugh não é um membro fixo, ele está na banda desde o Crush (2000), ou seja... fazem 8 anos.

Inclusive, uma curiosidade sobre esse album, é que a primeira faixa dele, a famigerada It's My Life, é uma das 100 faixas mais executadas do século XXI, tá certo que vem de 2001 pra cá, mas não deixa de ser um mérito pros caras de Nova Jersey.

Hoje não vou falar de um album em especial deles, mas do conjunto da obra, dessa banda que começou lá no início dos anos 80, fazendo um hard rock bem bom até meados dos anos 90 e depois se transformaram em ídolos pop.

Muita gente pode torcer o nariz quando ouve falar em Bon Jovi, logo pensa: "Ah, aquele cara só faz baladinha, só tem mulher no show dos caras..." e não é bem assim que a coisa funciona. Há de se respeitá-los e muito; o que muita gente não sabe por exemplo, é que se você já ouviu algum MTV Unplugged de qualquer banda, agradeça a Jon Bon Jovi e seus companheiros, eles foram os pioneiros nisso.

A banda se formou em 1983, e lançou seu primeiro album no ano seguinte e tem dois hits que não são muito conhecidos da grande massa, mas sim dos grandes fãs, o que é estranho dizer... já que a banda vendeu mais de 120 milhões de discos em toda a sua história. Mas voltando ao primeiro album, se trata das faixas Runaway e She Don't Know Me, duas musicas que alavancaram a carreira da banda rumo ao próximo album.

O segundo album foi 7800º Fahrenheit, que não foi recebido muito bem pela crítica, inclusive a revista Kerrang! chegou a dizer que o album era uma imitação do Bon Jovi que conhecemos e aprendemos a gostar, algum tempo depois, o próprio Jon disse que o album não só poderia, como deveria ter sido melhor. A unica faixa mais conhecida dele é In And Out Of Love, que pode ser encontrada em sua versão ao vivo no disco One Wild Night Live 1985/2001, lançado em 2001, sendo uma espécie de greatest hits com versões ao vivo, semelhante ao modelo do cd Live Era 87'93 dos Guns N' Roses, lançado em 99. Coincidência? Who knows...

Mas o em tese, fracasso, do segundo album não desanimou os rapazes de Nova Jersey, que começaram a escrever juntamente com um compositor profissional, Desmond Child, que havia sido indicado por Gene Simmons, do Kiss. E então, em 1986 veio o terceiro album e o ápice da banda na década, com Slippery When Wet, com sucessos como: You Give Love A Bad Name, Livin'on A Prayer e Wanted Dead Or Alive, estranhamente... Jon não queria incluir Livin'on A Prayer no disco, mal sabia ele que esse se tornaria um dos maiores hits da banda.

O album segunte levou o nome do estado de origem dos rapazes, New Jersey, que originalmente se chamaria Sons Of Beaches, que inclusive seria um album duplo, esse também carrega alguns hits da banda que são executados até hoje nos shows dos caras, tais qual: Lay Your Hands On Me, I'll Be There For You e Bad Medicine, que é constantemente tocada no final dos shows.

No começo da década seguinte, os membros brigavam muito, muito mesmo. E como um casal de namoradinhos, resolveram dar um tempo. Ok, me desculpem fãs de Bon Jovi pela piadinha infame, mas eu não pude deixar de fazer. Então.. em 1990 mesmo, Jon lança seu primeiro album solo, ok, todos nós sabemos que Jon sempre quis ser um astro pop, mas a gente o perdoa. O tal album se chama Blaze Of Glory, provavelmente você já ouviu esse nome em algum lugar; foi também trilha sonora do filme Young Guns II, que pro português ficou como: Jovens Demais Para Morrer II, o clipe de Blaze Of Glory é um dos mais executados até hoje na história da MTV. Richie Sambora, o guitarrista, também lançou um disco solo nessa época, entitulado Stranger In This Town, que tinham uma levada de blues, raízes de Richie... o album em sí, foi solenemente ignorado pela mídia.

Em 92 a banda voltou, pra gravar outro de seus bons albuns, Keep The Faith, que originalmente se chamava Revenge, tinha um cunho mais político do que romântico, mudando um pouco do estilo Bon Jovi de ser, cujas letras falavam mais de amor, relacionamentos e afins. Esse album conta com, na minha opinião, a melhor musica já composta pelo Bon Jovi, Dry County, quase 10 minutos de musica, numa canção incrível, com um dos solos de guitarras mais poderoso que eu já ouvi em toda a minha vida, definitivamente, Richie se superou nessa musica. Os caras também mudaram um pouco o visual, entrando definitivamente nos anos 90.

Dois anos depois... veio a primeira coletânea da banda, incluindo duas inéditas, a famosíssima Always e Someday I'll Be Saturday Night, que acreditem, teve que ser retirada da MTV Brasil pra que pudesse dar chance a outros clipes.

No ano seguinte, a banda lança seu ultimo album ainda com alguma pitada de hard rock, These Days, que é um album bem médio assim, não há nada de especial nele, tem alguns pontos altos, como Hey God, Something For The Pain, This Ain't A Love Song, My Guitar Lies Bleeding In My Arms e Hearts Breaking Even. Foi o ultimo disco verdadeiramente hard do Bon Jovi, a partir daí, eles ficaram mais pops, o que se nota no segundo album solo de Jon, lançado dois anos depois, entitulado Destination Anywhere, que inclusive, foi acompanhado de um curta-metragem, que se baseava nas letras do album, o curta contava com atores realmente famosos, como: Kevin Bacon, Demi Moore, Annabela Sciorra e Whoopie Goldberg, na turnê de divulgação Jon chegou a passar pelo Brasil, de muita má vontade, fazendo apresentações no Faustão e no extinto Programa Livre, na época, comandado por Serginho Groismann... mas isso não é tudo, o pior ainda estaria por vir, Jon chegou a fazer uma pontinha em um capítulo de Malhação. Fim de carreira? Fundo do poço? Merda total? Nananinanão.

Em 2000, após a segunda briguinha de namorados, a banda volta com tudo e lança seu mais aclamado disco, porém sem aquele hard rock com qual os fãs estavam acostumados, com uma levada bem pop e até uns eletros, bem de leve, Crush é lançado, fazendo enorme sucesso, sim... os rapazes de Nova Jersey estavam de volta, com guitarra transparente pra Richie Sambora, franjinha emo em Richie e Jon, se bem que... isso não existia naquele ano, estaria por vir algum tempo depois.. mas enfim, não vem ao caso. O fato é que quem visse a banda, daquele jeito, diria que eles eram uma banda nova, que estavam no seu primeiro ou segundo album, já que os caras aparentavam ser mais jovens, inclusive, tendo um visual mais limpo, mais jovem... além do som, que fazia com que os jovens, principalmente as jovens, se identificassem muito com a banda. Desse album, destacam se também Thank You For Loving Me, One Wild Night, Say Isn't So, Captain Crash And The Beauty Queen From Mars e a belíssima Next 100 Years, que conta com mais um solo fuderoso de Richie.

No ano seguinte, o já citado One Wild Night 1985-2001, que é uma coletânea de sucessos em suas versões ao vivo é lançado a pedido dos fãs. Já no ano seguinte, outro album de estúdio, Bounce, que tinha uma levada ainda mais pop que o disco anterior, Crush, em partes, Bounce foi inspirado nos ataques de 11 de Setembro à Nova Iorque. Destaque especial para a faixa título, Bounce, para Everyday e para o mega-hit Misunderstood, que foi inclusive tema de novela da Globo por aqui, isso fazendo com que a banda ficasse um bom tempo nas paradas tupiniquins.

Em 2003, outra coletânea.. definitivamente, será que eles não cansam? Parecem o Léo Jaime, mas ok, vamos lá, em 2003, lançaram This Left Feels Right, que é um album com versões acústicas para os grandes hits, com razão, esse disco não foi muito bem aceito pelos fãs, Wanted Dead Or Alive ganhou uma versão bem legal, entretanto... It's My Life foi assassinada, pobre versão...

Já no ano seguinte... não uma coletânea, ufa... mas, um box. AAH! Tudo bem, perdoamos Jon, todo artista sofre de falta de criatividade. O box é entitulado 100,000,000 Bon Jovi Fans Can't Be Wrong, que era um box comemorativo, de 20 anos da banda, que coincidia com o fato da banda ter ultrapassado os 100 milhões de discos vendidos na época, hoje são em torno de 120 milhões.

E em setembro de 2005... A-LE-LU-IA! A banda volta a lançar um disco de inéditas, Have A Nice Day é um disco médio, é algo entre Bounce e Crush, e olha que em alguns momentos ele até faz lembrar o These Days, como em Last Man Standing.

Em 2007, outro album de inéditas, esse album, já aposta num Country, que na minha opinião, Jon não foi feliz na escolha, inclusive.. tirando as coletâneas, esse é o pior album desde 2000, dessa nova fase da banda. Mas há de se respeitar uma banda com 25 anos de estrada.

Bem, é isso, espero que não tenham se cansado de ler praticamente a história dessa banda que provávelmente faz parte da história do rock n' roll.


 

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