COVERS


Primeiramente, gostaria de dizer que a idéia original de falar sobre covers foi de um amigo meu, o Edson Vinicius, do blog crazydshow, que por sinal é muito melhor e muito mais imparcial do que esse que vocês perdem seu precioso tempo lendo. Mas enfim...

Existem covers ótimos, bons, ruins e o do Limp Bizkit de Behind Blue Eyes. Eu juro que se eu tivesse uma arma, eu mataria o Fred Durst, com toda a certeza. Ele matou um clássico do rock, um dos hinos do The Who.

Ainda covereando o The Who... a propósito, existe o verbo coverear? Bem, se não existe, acabei de inventar. Como eu ia dizendo... a melhor cover de uma musica do The Who vem de quem? Claro, do Oasis, executada com perfeição, muito semelhante a versão original, tanto o solo de baixo quando a bateria; a não ser o fato de que o Roger Daltrey dá umas gaguejadas pra cantar My Generation, não que ele seja gago, ele faz de propósito, já o Liam canta diretão. Mas, isso não faz muita diferença.

Falando ainda em bandas inglesas, mas mudando um pouco o estilo. Já ouviram aquela famosa frase: Fulano deve estar se revirando no tumulo. Hein? Acho que sim... pois então, Freddie Mercury deve ter dado um duplo twist carpado ao ouvir o McFLY assassinando Don't Stop Me Now. Tudo bem que o tal Danny Jones é um guitarrista esforçadinho e tá na banda errada, ele tem talento demais pro McFLY, mas não dá né... eles mataram a musica com aquela voz de adolescente de boyband. Mataram o solo primoroso do Bryan May. Ah.. se Freddie estivesse vivo ele diria três palavras: Big fucking shit!

Uma das melhores musicas de todos os tempos, claro, do Queen também. Trata-se de Bohemian Rhapsody, a gente perde até a conta de quantos milhares de covers essa musica já teve. Mas a melhor versão já tocada por ela não é necessáriamente um cover, porque o instrumental foi do Queen mesmo, só o piano que ficou ao encargo de Elton John, que também cantou; ao lado do ex-bad boy, Axl Rose. Essa versão foi tocada no tributo ao Freddie Mercury em 92, no Estádio de Wembley, simplesmente sensacional!

Ainda falando do Guns N' Roses, muita gente pode não gostar dos caras, ou só do Axl Rose, porque ele é isso, é aquilo, é não sei mais o que... mas uma coisa não podemos negar, quando os caras resolvem tocar um cover, eles destróem. Destaque pras versões de Knockin'on Heaven's Door e Live And Let Die, de Bob Dylan e Paul McCartney respectivamente.

E já que estamos falando de Paul McCartney, por que não falar dos covers que as bandas mundo afora fizeram dos Beatles? Começamos com os herdeiros do legado dos caras, O Oasis já tocou Help e outras musicas mais. Mas o destaque fica para as versões de I Am The Walrus e Helter Skelter, a primeira é cantada pelo vocalista Liam, a segunda é cantada pelo guitarrista e vocalista Noel. Duas versões simplesmente fodas.

E por que não, falarmos deles, os emos? Bem.. a musica Song 2 todo mundo conhece, um clássico do Britpop 90's, o famoso woo-hoo de Damon Albarn é conhecido no mundo inteiro. Mas, o nosso querido My Chemical Romance fez o favor de matar essa musica, o que não deixa a versão pior ainda, é que o Gerard Way não faz o woo-hoo! com aquela voz de franga sofredora dele, porque se não.. prefiro parar por aqui.

Um bom cover, foi o de Rod Steward pra Have You Ever Seen The Rain? do Creedence Clearwater Revival, não tem nada de especial nele, só é uma versão mais modernosa bem cantada, só isso.

Tem também os covers que a Avril Lavigne fez de "algumas" musicas. Nunca vi alguem pra tocar tanto cover feito ela, parece até banda de baile. Mas enfim.. prefiro nem falar sobre as versões que ela deu pra Knockin'on Heaven's Door, Iris, Song 2, Fuel, Chop Suey... e por aí vai.

A propósito, ficaram esperando links de vídeos pra conferir né? Só uma coisa.

http://uk.youtube.com

Procurem, eu prometo que não vai cair o dedinho.

NIRVANA


Estou grunge hoje.

Ahn, na verdade não. Não estou chapado, nem bebado e muito menos à três dias sem tomar banho. É que ontem escrevi dois artigos em um unico dia, sobre duas cantoras pops. Hoje, vou escrever dois, sobre duas bandas grunges. O por que disso tudo? Não sei. Talvez eu esteja animado e com criatividade e conceitos sobre discos. Criatividade e conceito esse, que você não tem! Ok, brincadeira. Então.. agora pare o que estiver fazendo e apenas leia.

Artista: Nirvana
Album: Nevermind
Ano: 1991
Onde: Estados Unidos

Sem crises de emo ou qualquer outra coisa parecida, mas... Nevermind é um album que muitas vezes me faz chorar. Sem brincadeira nenhuma, é um disco com um sentimento fora do comum, penso eu, que Kurt conseguiu expressar tudo o que ele sentia nessas 12 faixas, dor, raiva, ódio, alegria, sim... por que não alegria? Ouça os versos iniciais de Lithium e entenderá.

Nas três primeiras faixas, três dos grandes hits do Nirvana, Smells Like Teen Spirit, In Bloom e Come As You Are. Sendo que a primeira, é o grande hit. Tudo bem que pode parecer estranho falar em hit quando falamos de Nirvana, sabendo-se que tudo o que Kurt queria era tocar guitarra no canto do palco e não cantar e ser o centro das atenções. Mas, o cara tinha talento, é inegável. O que eu sempre costumo dizer, que o Nirvana é uma grande banda com musicos medíocres, o que Kurt fazia na guitarra, qualquer guri de 12 anos que toque guitarra desde os 11 faz.

O baixista, nem se fale. As linhas mais fáceis que podem existir, talvez o melhor musico ali seja o Dave Grohl, mas também não era nenhum Keith Moon. Bem... para vocês terem uma idéia da grandiosidade de Nevermind, ele foi escolhido o segundo melhor album de todos os tempos pelo VH1, um canal americano de TV, ficando atrás somente do Revolver, dos Beatles. Tudo bem, que essas listas nunca fazem nenhuma justiça, tanto que.. até mesmo Appetite For Destruction, do Guns N' Roses já foi escolhido o melhor album de todos os tempos pela Kerrang! Pois bem, o Noel Gallagher, do Oasis disse certa vez que Nevermind era um dos melhores albuns que ele já tinha ouvido em toda a sua vida e ainda mais, disse algo como: "É, ele tinha talento, muito...".

Considerando que ele é.. digamos, não chato, mas.. exigente. Para o Noel, dizer que alguem tem talento, que alguem é bom. É como o George W. Bush dizer que é contra a guerra. Bem, voltando ao que eu dizia, o Nirvana não tem bons musicos, isso todos já sabem. Só que o sentimento que eles passavam ao tocar cada musica, era uma coisa fora do comum, eles realmente sabiam como levantar o publico, como mexer com os nervos, com as angústias, as frustrações e os sentimentos de cada fã. E isso também acontece com muitas pessoas que não são fãs de Nirvana, eu mesmo, por exemplo. Toda vez que eu ouço Lithium, que pra mim é a melhor musica do disco, eu sinto algo diferente, são poucas as vezes que uma musica consegue me tocar por dentro, acho que tem umas 4 ou 5. Lithium é uma delas, ela tem algo especial, o começo, apesar de não ser bonito, digamos assim... soa doce. O refrão soa raivoso, ao mesmo tempo que essa musica tem uma doçura inexplicável, tem uma maldade fora do comum.

Em seguida, tem Polly, mais uma das musicas do Nirvana que com certeza você já tocou no violão. O começo soa estranho, mas inesquecível, quem nunca ouviu os clássicos versos: "Polly wants a cracker/ Think i should get off her first/ I think she wants some water/ To put out the blow torch. Na verdade, toda ela é estranha, mas é uma grande musica, porque apesar dos primeiros versos meio sem sentido, ao ver o restante da letra, vai notar que a letra faz todo o sentido do mundo, inclusive, se tiver uma atenção mais especial, pode perceber que há até uma referência à suicidios. Professia? Quem sabe...

Esqueçam Territorial Pissings, é uma musica legal. Não que eu não goste, apenas não tenho o que comentar sobre ela, além do que.. a próxima faixa me empolga bastante e eu quero falar sobre ela. Drain You é quase como Smells Like Teen Spirit, passa raiva e empolgação ao mesmo tempo, é uma coisa difícil de se explicar, o negócio é ouvir.

Lounge Act é uma boa musica, assim como todas do album, mas... não sei, algo me diz que ela não está no nível de Nevermind. Adiante, temos Stay Away, que tem uma bateria muito louca durante toda ela, além do que... penso eu que, Kurt passa uma raiva maior do que em todas as outras faixas pra cantar essa musica, talvez ele tivesse algum motivo especial, não sei.

On A Plain e Something In The Way, respectivamente as duas ultimas faixas do album. Pra não estragar a surpresa ou o sentimento de quando você for ouvir esse disco, não vou falar delas, apenas ouça o album e vai entender tudo isso o que eu disse, se for o caso de você nunca ter passado nem perto de alguma coisa relacionada ao Nirvana.

THE SMASHING PUMPKINS


Tá aí uma banda que eu gosto bastante, mas nunca lembrava de falar dela por aqui. Bem, sem mais rodeios, vamos ao que de fato interessa:

Artista: The Smashing Pumpkins
Album: Zeitgeist
Ano: 2007
Onde: Estados Unidos

Zeitgeist é o sétimo album lançado pelo Smashing Pumpkins, sendo o primeiro depois da volta da banda em 2006, na verdade.. em termos, porque os dois unicos membros da formação original são o vocalista e guitarrista Billy Corgan e o baterista Jimmy Chamberlin. Inclusive, o album todo foi gravado apenas pelos dois, Billy fazendo as guitarras, o baixo, os teclados e Jimmy, óbviamente a bateria. É um album bem ao estilo Pumpkins mesmo, tem um pouco de alternativo, um pouco de grunge e até uma lasquinha de heavy metal. Tem até uns elementos de eletro, mas não é uma coisa descarada, descabida, foi colocado na medida certa.

Na minha opinião, Zeitgeist é o melhor album do Smashing Pumpkins desde Mellon Collie And The Infinite Sadness, de 1995. Até porque, se a banda chegou onde chegou, metade, ou mais da carreira se deve à esse album e aos hits 1979, Tonight Tonight e Zero. Mas enfim.. estou aqui pra falar de Zeitgeist e não do Mellon Collie.

O album começa com uma das melhores musicas, uma pancada logo de cara com uma introdução estupidamente foda na bateria, nada de excepcional, sem firulas, mas é foda, falo de Doomsday Clock. Passando para a faixa 5 de uma vez, bem... não que eu não goste de 7 Shades Of Black, Bleeding The Orchid e de That's The Way, mas.. essas musicas, eu ouço e não consigo formar algo concreto sobre elas, são boas musicas, algo me diz que preciso ouvir essas três com mais atenção, mas enfim...

Então, faixa numero 5, Tarantula, uma puta musica com um ritmo foda e um refrão marcante, simplesmente demais! Uma curiosidade sobre essa musica, é que a capa com o single dela, trás uma foto de Paris Hilton na capa, fazer o que... Billy Corgan e suas excentricidades.

Em seguida, Starz, é uma musica que eu não consigo entender direito, é como se ela tivesse algum mistério, é estranha, mas é legal. Bem... adiante, temos a faixa mais longa do disco, United States, que tem quase 10 minutos de duração. Mas é como eu sempre digo sobre as musicas longas, não é porque elas tem 8, 9 e até 10 minutos que você deve pular, musicas longas também tem sua qualidade, seu charme e seu valor.

E mais uma vez, musicas do Smashing Pumpkins que eu não consigo entender, Neverlost e Bring The Light, soam como Starz, claro que.. são musicas diferentes, mas o que eu quero dizer é que são complicadas de entender, se bem que.. não só esse album, ou o Mellon Collie ou o Billy Corgan, mas a banda Smashing Pumpkins em sí é uma banda complicada de entender, não que eles sejam ruins, ao contrário... talvez o que dificulte, pelo ao menos o meu entendimento à banda seja a complexidade nas letras e muitas vezes nas melodias, pode parecer estranho eu dizer isso, principalmente vindo de uma banda que flerta fortemente com o grunge, onde a criatividade não reina, mas... Billy Corgan supera tudo isso. Pulando fora do contexto Zeitgeist, ouça Tonight Tonight do Mellon Collie e vai entender exatamente o que eu quero dizer.

Penúltima musica, For God And Country, o título fala por sí só. Ouça a musica, curta e depois tire as conclusões. E por fim Pomp and Circumstances, sim, assim mesmo, com M e não N. Bem, é uma musica tipica de final de album, que a propósito, sempre são boas. A não ser quando o album é todo ruim, mas quando se trata de um bom disco, sempre fecham com boas musicas; e não é diferente com os Pumpkins.

Bem, é isso. Se você nunca teve nenhum contato com os Smashing Pumpkins e quer comprar um CD, compre o Mellon Collie e baixe esse. Se gostar, compre esse e depois outro, e enfim... quem sabe você pode virar até um grande fã da banda, o que não é muito dificil, pois definitivamente, os caras apavoram.

AVRIL LAVIGNE


Ok, estamos no apocalipse. Falando de duas estrelas do pop em um só dia, mas enfim, deu vontade de falar dela hoje mesmo, então eu vou falar, a pseudo-gótica-punk-sk8er-patricinha-girl: Avril Lavigne.

Sabem, ela até tem umas duas musicas que se salvam.. acho que são Sk8er Boy e He Wasn't, é.. é isso sim. Musicas do primeiro e segundo album, respectivamente. Ela até tentava fazer um rockzinho no primeiro album, no segundo já levando um pouquinho mais pro pop e no terceiro abriram-se as portas da felicidade, ela já está com a carreira bem sólida mesmo, pode tocar o que ela realmente quer agora, se vestir como ela quer, não precisa mais se fazer de nada pra vender cd, mas o negócio é, ela mudava de estilo a cada album novo, agora, nesse ultimo album, ela mudou de estilo umas três vezes dentro da turnê.

Antigamente, quero dizer.. lá por 2002, 2003 .. ela pagava de punk, inclusive naquela época, ela soltava algumas pérolas, tais quais eu vou lhes contar:

"Nirvana? Não conheço, é country?"

"Eu sou tipo um Sid Vicious da nova geração"

Essa ultima, foi respondida; e muito bem respondida pelo vocalista do Sex Pistols, Johhny Rotten, ele disse algo como:

"Seria bom se ela fosse Sid Vicious mesmo, daí assim ela já estaria morta. Huh, ela deve ser tão punk quanto a Kelly Osbourne"

Bem, como todos sabem, Johhny sempre foi um cara ácido, nunca foi de meias palavras, inclusive, o que muitos pseudo-punks-que-gostam-de-sum-41 de hoje em dia não sabem, é que Johnny foi o primeiro cara a dizer fuck off na televisão, ao vivo. Ok, pode parecer insignificante hoje, mas na época, não era qualquer um que tinha essa moral toda.

Mas enfim ... estou aqui pra falar da Avril e não do Johhny. Então dizia eu que Avril sempre foi de soltar algumas pérolas, certa vez ela disse que vendia musica e não peitos. Bem, esse ano ela fez algumas fotos ahn, sensuais, para uma revista. O que eu acho engraçado é: A Britney fica seminua na capa da Rolling Stone com 17 anos e é puta, a Avril faz um ensaio mais ousado, com roupas mais provocantes e o que acontece? Ah, ela cresceu. É o que dizem os fãs.

Sabem, por mais que pareça, eu não tenho ódio pela Avril Lavigne nem nada, sou indiferente. Inclusive, antes de tudo eu sou homem, e ao contrário de muita gente, inclusive homens que não gostam dela, arrumam muitos argumentos pra dizer que não gostam dela, inclusive que ela é feia, mas se tem alguma coisa que ela não é, é feia. Convenhamos, Avril é linda e não tem uma voz das piores, talvez ela só tenha começado errado, se desde o começo, ela fosse essa cantora pop-teen que é hoje, teria muito mais sucesso do que já tem.

BRITNEY SPEARS


Bem, quem foi que disse que eu só falo de bandas de rock? Pois bem.. hoje vamos falar dela, que um dia já foi a princesinha do pop, já chegou a ser chamada de substituta de Madonna, mas que hoje não passa de um ícone (já notaram como eu gosto dessa palavra?) trash, motivo de piada em qualquer situação, Britney Spears.

Um título bem apropriado para esse texto seria "Toxic, despenca uma estrela". Então... podem considerar como título, de qualquer modo, vamos ao que interessa.

Ela já vendeu milhões e milhões de discos, se casou e no dia seguinte se divorciou, teve dois filhos, até apresentações memoráveis no VMA ela já fez. Bem, quem assistiu o VMA passado viu uma execução em praça publica, Britney estava gorda, não conseguia acompanhar o ritmo de seus dançarinos, não conseguia nem ao menos dublar sua própria musica.

Pros mais atentos, vimos Eminem com uma cara de, como eu posso dizer.. é como se ele estivesse pensando algo como: OMFG! Quem deixou ela se apresentar? Mas o melhor ainda estaria por vir, Rihanna, é.. aquela dos hits Umbrella, Don’t Stop The Music, Shut Up And Drive... sentada em uma mesa próxima ao palco, rindo muito, sem fazer a menor cerimônia e nem um mínimo esforço pra disfarçar.

Ano passado ela raspou o cabelo, saiu várias vezes com a Paris Hilton, sem calcinha diga-se de passagem, aprontou de tudo um pouco. Pois bem, ao que tudo indica, esse ano vai sair um album novo, que segundo rumores deve se chamar BackLith. Enfim ... é esperar pra ver mais um desastre nesse circo chamado “A carreira de Britney Spears”.

OASIS


É, vou falar do Oasis de novo. To pensando sériamente em falar de algum album deles pelo menos uma vez por mês, e... enfim, não vem ao caso.

Hoje, eu vou falar de um album que.. particularmente não gostava, bem, não é que eu não gostava, digamos que... eu gostasse menos do que os outros. Be Here Now, de 1997. No começo, quando eu não era tão fã do Oasis, esse foi o segundo album completo deles com qual eu tive contato, confesso que eu tinha um pouco de preguiça de ouvir só de ver que a primeira musica tinha quase 8 minutos de duração. Pois bem, vamos às informações que são sempre colocadas antes de qualquer post:

Artista: Oasis
Album: Be Here Now
Ano: 1997
Onde: Inglaterra

Mas, os tempos mudam, e acredito eu .. que depois do Standing On The Shoulder Of Giants e do (What's The Story) Morning Glory? esse seja o meu album preferido.

Começamos com D'You Know What I Mean?, o título pode demonstrar a humildade dos rapazes de Manchester, pois bem.. essa é a musica de quase 8 minutos que eu havia citado logo acima. Dizem que o Noel copia essa e aquela banda, que ele plagiou a intro de Imagine em Don't Look Back In Anger, ok, não discordo, é claro como água e nem o mais fanático dos fãs pode contestar.
Em D'You Know What I Mean? que eu ainda não tenho certeza se é a melhor musica do album ou está entre as melhores, Noel conseguiu plagiar a si mesmo, o riff de Wonderwall é claramente ouvido logo depois que a bateria entra na musica. Mas, isso não torna a musica ruim, não que Wonderwall seja ruim, mas enfim.. vocês entenderam. O que eu posso dizer mais é: É uma musica espetacular, ritmo contagiante e refrão estupidamente foda.

Em seguida temos My Big Mouth, que poderia muito bem ser uma musica do Aerosmith, han han, sacaram o trocadilho? Ok, não teve graça. Bem, como eu ia dizendo ... essa é uma musica que, digamos assim, ela seja uma pancada, tem uma levada mais rápida e tem umas caídas, umas quebradas na guitarra quando conduzem a musica ao refrão que... sem palavras, mais uma grande sacada do Noel.

Então temos agora a primeira musica cantada pelo Noel no album, Magic Pie, violão, teclado e a voz do Noel meio que.. como eu posso explicar, é como se ele estivesse falando ao telefone. Mais ou menos um minuto de musica e a bateria entra e a voz fica ahn, normal, é uma boa musica, não tanto quanto as duas primeiras. É uma das provas, pelo menos pra mim, que pensa assim: O Noel compõe melhor as musicas que o Liam canta, as que ele canta parecem que não ficam tão boas quanto.

Numero 4, Stand By Me, uma balada, talvez o grande hit desse album, juntamente com Don't Go Away, mas... a primeira entrou na primeira "coletânea" da banda, que é o album ao vivo Familiar To Millions, já a segunda, não. Mas enfim... deixo pra falar de Don't Go Away mais tarde. E como eu havia dito antes, se trata de uma baladinha, com um pré-refrão mais chiclete do que o próprio refrão em sí, logo, a musica é boa.

Indo pra próxima faixa, sabem quando você tem aquela sensação que já ouviu aquilo em algum lugar, vindo dessa mesma banda? Então... com I Hope, I Think, I Know é assim, só duram 7 segundos esse pensamento, mas sempre me faz lembrar Step Out, que pode ser encontrada no já anteriormente citado Familiar To Millions.

E isso também acontece nessa faixa de que falaremos agora, mas ... na verdade uma outra faixa do Oasis, encontrada no Standing On The Shoulder Of Giants, cantada pelo Noel, chamada Where Did It All Go Wrong?, faz lembrar essa, que se chama The Girl In The Dirty Shirt, não é necessariamente uma balada, mas não é das mais rápidas, de qualquer modo, vamos pra próxima.

Talvez o que faça muita gente lembrar dessa musica, é o fato de um amigo de longa data do Noel tocar guitarra nessa musica. Quem é ele? O Capitão Jack Sparrow! Sim, ele mesmo, o Johnny Depp. Fade In-Out, pra quem vai ouvir pela primeira vez pode parecer enjoativa, porque a introdução fica se repetindo por mais ou menos 1 minuto e 10. Sendo que ela tem quase 7 de duração, inclusive, todo o album Be Here Now se destaca por ser o primeiro album mega produzido da banda, nem mesmo o épico Morning Glory foi tão bem produzido, além do que, esse album também se destaca por ter faixas longas, com musicas de 6, 7 e até 9 minutos.

Faixa 08, Don't Go Away, a musica mais linda desse album, não quer dizer necessáriamente que seja a melhor, mas que é de longe a mais bonita, isso é. Eu até diria mais, é uma das mais belas canções que o Noel compôs até hoje.

Adiante temos a faixa que dá nome ao album, Be Here Now, começa com uma guitarra no mínimo, ahn.. esquisitinha, parecendo musica japonesa ou sejá lá o que for, depois entra o ritmo normal, tá aí outra das melhores musicas do album, é uma pena ela não ter sido composta pelo Noel antes, porque ela soa muito Morning Glory ou Definitely Maybe, porque é rock n' roll simples, sujo e direto, sem muita frescura.

Agora então, temos a faixa mais longa do album, porém, não menos importante, o que quero dizer é: Não é porque ela tem 9 minutos que você vai deixar de ouvir, trata-se de All Around The World, outra das mais belas composições não só desse album mas de todos os albuns do Oasis, simplesmente sensacional!

Bem, dependendo do teu ponto de vista, podemos até considerar essa como ultima faixa do album, estamos falando de It's Getting Better (Man!!), sim, o título é assim mesmo. É uma faixa que não tem como comentar, dizer isso ou aquilo, é simplesmente rock n' roll, é ouvir e curtir.

Pra finalizar, All Around The World (Reprise), uma versão um pouco diferente e encurtada da faixa 10, bem encurtada, a musica que tinha 9 minutos, é reduzida pra 2, além do que, essa é só uma instrumental, com alguns instrumentos de sopro e enfim...

Se for pra ti comprar um CD do Oasis e já tiver o Standing On The Shoulder Of Giants ou o Morning Glory, compre Be Here Now, é um album simplesmente fantástico! Uma obra prima de Noel Gallagher e compania.

THE KILLERS


Artista: The Killers
Album: Hot Fuss
Ano: 2004
Onde: Estados Unidos

Tá aí um dos melhores albuns que eu já ouvi, começa com Jenny Was A Friend Of Mine, que tem uma levada bem legal na bateria, um baixo bem marcado, solado, eu diria e uma espécie de solo de teclado sintetizador do Brandon partindo pro final da musica. Adiante, Mr. Brightside, o segundo grande hit do The Killers, particularmente eu amo essa musica, se você vai gostar, eu não sei, aí já é uma questão de gosto.

A faixa 3 é uma musica que, digamos assim, seja uma musica injustiçada, é uma ótima musica mas não é um dos grandes hits da banda, estamos falando de Smile Like You Mean It, no começo ela tem um teclado sintetizador que soa meio triste, juntando com a guitarra que tem um efeito no mínimo estranho, esses elementos fazem a musica soar como uma coisa meio anos 80, algo como New Order ou Depeche Mode, pra ser mais especifico.

Somebody Told Me (wooo-hooo! *gritos do publico*) - Ok, brincadeiras a parte. Esse é o grande hit da banda. Existe uma versão remix, não feita pelo The Killers, versão essa que tem 7 minutos de duração. E o que isso tem a ver? Simples, no geral, não há diferença dessa versão pra versão original. Simplificando: Somebody Told Me soa como musica de balada, não balada daquelas pra se dançar juntinho, mas daquelas tipo techno-psy-trance-seja-lá-o-que-for.

A próxima, se trata de All These Things That I've Done, que tem uma levada de indie-pós-moderninho, sem muito a dizer, simplesmente que é uma boa musica.

Em seguida, a primeira ovelha negra do album: Andy, You're A Star, não que ela seja uma musica ruim, mas não está no nível do album.

Já On Top é uma das melhores faixas desse disco, no começo a maior influência de eletro do disco todo, a primeira vista faz parecer uma das canções do Gigi D'Agostino, mas isso acaba assim que a bateria entra. Inclusive, um destaque todo especial para a bateria nessa faixa, Ronnie Vanucci dá algumas quebradas, que é como se... a bateria nos enganasse, por exemplo: A musica tá lá no ritmo, sendo marcada no chimbal, bonitinha... de repente, ele usa o ataque. O contrário também acontece, quando se pensa que ele vai "atacar", ele segura e quebra com o chimbal.

Change Your Mind eu não sei porque, mas não tenho muito o que dizer sobre ela, só que é uma boa musica, digamos que ela seja a segunda mais indie do album, no fim do post vocês vão entender o porquê.

Uma musica com o poder de surpreender, é assim que eu defino Believe Me Natalie, ela começa meio lenta e aumenta o ritmo meio que do nada, com um refrão marcante e baixo e bateria bem marcados numa boa sincronia.

Falando da próxima faixa, eu não sei se ela foi colocada como faixa 10 propositalmente, ou se trata apenas de uma agradável coincidência, pois não se trata apenas da melhor musica do album, mas sim da melhor musica do The Killers: Midnight Show, particularmente acho que se tivessem que redefinir o estilo da banda, esse estilo se chamaria Midnight Show. O porquê? Eu explico: Assim como a maioria das musicas desse album que tem toda uma influência de eletro, o começo dela faz lembrar uma balada, mais mesmo do que Somebody Told Me, porque o começo dela é rápido, muito rápido, tem uns efeitos que fazem lembrar de algo como um jogo de luzes, tipo... feiches de luz caindo pra todo lado e ao mesmo tempo aquela escuridão da balada, apenas com as luzes correndo para um lado e para o outro, enfim... definitivamente essa é a musica mais empolgante do disco.

Depois, em algumas versões, como a japonesa e a inglesa, essa não é a ultima faixa do disco, já nas versões brasileira, americana e afins.. essa é a ultima faixa do disco, mas independente disso, ainda assim se trata da segunda ovelha negra do album: Everything Will Be Alright, é uma musica no mínimo estranha, é como se não tivesse refrão e os versos fossem cantados à musica toda, outra hora nos faz pensar que não tem verso, que sim o refrão é cantado durante toda a musica, que seja..

Por fim, Glamorous Indie Rock N' Roll, a musica mais indie do album, definitivamente sim, o nome faz jus a musica, piano (sem ser chato como o do Evanescence), soando imponente, bateria, baixo e guitarra bem sincronizados numa perfeita harmonia.

Bem, é isso. É mais um CD que eu recomendo que vocês comprem.
 

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