OFF POST



Michael Jackson, desde 2002 prevenido contra a gripe suína.

That's all, folks!

A CHAMPAGNE SUPERNOVA IN THE SKY



How many special people change?
How many lives are living strange?
Where were you while we were getting high?

Slowly walking down the hall
Faster than a cannonball
Where were you while we were getting high?

Someday you will find me
Caught beneath the landslide
In a champagne supernova in the sky
Someday you will find me
Caught beneath the landslide
In a champagne supernova
A champagne supernova in the sky

Wake up the dawn and ask her why
A dreamer dreams, she never dies
Wipe that tear away now from your eye

Slowly walking down the hall
Faster than a cannonball
Where were you while we were getting high?

Someday you will find me
Caught beneath the landslide
In a champagne supernova in the sky
Someday you will find me
Caught beneath the land slide
In a champagne supernova
A champagne supernova

'Cause people believe
That they're gonna get away for the summer
But you and I, we live and die
The world's still spinning around
We don't know why
Why, why, why, why (...)

É, apesar de parecer que não, eu também sinto saudade, falta daquilo que eu amo e tudo mais. Algumas pessoas vão saber do que eu estou falando, outras não... e essas vão continuar sem saber. Mas se caso se identifiquem com isso, peguem pra vocês também.

That's all, folks!

RIHANNA & CHRIS BROWN - PARTE 2

Juntos novamente né?



Menos mal! Por um momento achei que fosse um duelo.

That's all, folks!

NOTICIA - WANESSA FEAT. JA RULE



A cantora Wanessa Camargo gravou um videoclipe com o rapper americano Ja Rule no Rio de Janeiro.

Com os cabelos loiros e o visual renovado, Wanessa fez as filmagens no club paulistano Royal, que é um empreendimento de seu marido, Marcus Buaiz. O companheiro de Wanessa acompanhou toda a gravação e também foi o responsável pela direção de seu novo álbum.

A faixa que a cantora divide com o músico norte-americano "Fly", que será lançada no próximo disco da artista. Uma versão em português também foi gravada e disponibilizada no site oficial.

-

Na boa agora? Momento soletrando hein! Sandy, a definição da palavra INVEJA por favor.

A propósito, destaque pro F5 que a dona aí deu no visual hein, Marcus Buaiz que me desculpe, mas... a Wanessa tá gatz hein?

That's all, folks!

OFF POST

I wish I was special, so fuckin' special
But I'm a CREEP
I'm a weirdo
What the hell am I doing here?
I don't belong here.


Quero que o mundo pegue fogo e os bombeiros estejam de folga.

Pronto, expressei minha raiva.

NOTICIA - BLUR



Depois de confirmar a volta aos palcos com sua formação original, o Blur anuncia que pretende lançar uma nova versão do single "Country House".

Damon Albarn disse à BBC que "se há alguma música que eu realmente quero praticar e fazer renascer, é essa". O vocalista do Blur se diz determinado a criar uma versão completamente nova do single.

"Country House" foi sucesso do álbum "The Great Escape", de 1995, e conseguiu a primeira posição na parada britânica em agosto do mesmo ano.

That's all, folks!

PATO FU


Muita gente pode pensar que Pato Fu é uma banda que tem uma ou duas músicas que prestam e que sempre ficou na sombra de outras bandas “consagradas” como o Capital Inicial, Skank e outras do gênero, podem pensar até que o Pato Fu é mais uma bandinha no mesmo gênero do Kid Abelha.

Ledo engano, Pato Fu, pra quem não sabe... é de longe uma das melhores bandas que o rock nacional já produziu, fazendo uma mistura de estilos e sons, misturando rock ao pop, com uma pegada techno e ao mesmo tempo Rock N’ Roll. Depois de conhecer o Pato Fu, sobretudo o album Isopor, de 1999, alguem ainda achar que o CSS ainda é a coisa mais original surgida na musica brasileira pode ser oficialmente considerado um babaca.

Quando Fernanda Takai, John e seus companheiros lançaram Isopor, Lovefoxxx (é assim?) e seus amigos nem sonhavam em ser uma banda de rock/pop/techno ou whatever. Isopor é um daqueles albuns conceituais, que marcam época e quem sabe até uma geração. Pena que o Pato Fu é uma banda que é solenemente ignorada pela mídia.

O disco é aberto com um clássico da banda, Made In Japan, cantada em japonês, sem contar o clássico refrão que faz referência aos Muppets; definitivamente, John não podia ter tido uma sacada melhor do que essa, ou podia... veremos ao desenrolar do album; sem contar o clipe, sensacional! A primeira impressão é de que em hipótese alguma ele foi filmado/produzido aqui no Brasil, mas... por mais incrível que pareça, foi.

Na sequência, a faixa que dá nome ao disco, Isopor, tem uma batida techno marcando e um baixo com efeito no pedal, a musica segue uma linha só durante todo o seu tempo, à primeira vista, a letra não parece fazer muito sentido, mas basta escutá-la com um pouco mais de atenção. Adiante, não só o maior hit desse disco, mas talvez o maior de toda a história da banda, Depois, afinal, quem não se lembra desses versos clássicos: “Quando penso em nós dois, deixo tudo pra depois / Quando penso em nós três, fica pra outra vez”. Acerca da interpretação dessa musica, pode pensar de duas formas, ou que se trata de um triângulo amoroso ou de um casal e um filho.

Um Ponto Oito é a faixa mais longa do disco e começa com uma guitarra com um riff bem... diferente, parecendo uma banda antiga, mostrando uma verve old school da banda, aos 3:40 a musica evolui e começa uma quebradeira geral, com o mesmo riff, porém, mais pesado e um baixo matador. Já Imperfeito começa de um jeito um tanto quanto experimental, mas conforme a musica se desenvolve, ela vai tomando formas de Pato Fu mesmo, soando algo parecido com Made In Japan ou coisa parecida.

Morto é a primeira musica nesse disco cantada por John e é impressionante a mistura de sons feitas nessa faixa, funk, ska e punk rock, parece estranho de se ler, mas quando se ouve a musica, nota que não podia ter ficado melhor, se melhorar estraga. Em seguida, O Filho Predileto do Rajneesh, que é de longe a melhor musica desse disco, com um riff poderoso e uma base marcada no baixo e um refrão matador, a letra é algo fora do comum, não tem nem o que comentar, ouça e tire suas próprias conclusões.

A guitarra de Perdendo Dentes soa meio Lenny Kravitz, bom, talvez a musica toda em sí, que é outro dos grandes hits da banda, o baixo pesado se mostra em perfeita sincronia com a voz doce de Fernanda, fazendo com que a musica soe perfeita. Saudades é outra musica que mistura techno com rock e soa como Made In Japan, ponto.

O Prato Do Dia, ah... a segunda melhor musica do album, como eu disse há pouco, Fernanda tem uma voz doce, mas a musica soa tão suja que às vezes faz parecer uma das musicas do The Clash. A letra é meio... diferente, pega só esse verso: “Quem vamos ter pra hoje? Quem, vai ser... o prato do dia” inclusive, segundo a própria vocalista e segundo John, a musica deveria ter sido cantada por ele e não por Fernanda, daí, a gente fica só imaginando como seria a musica se assim acontecesse.

Quase é uma baladinha acústica que soa meio... country. É a faixa que fecha o disco e é cantada por John, fala basicamente sobre o quase, ser quase alguém, ela ser quase alguem que você sonhou e afins. No mais, é isso... espero que tenham se interessado e que baixem ou comprem o disco, prometo que vocês não vão se arrepender.

That’s all, folks!
 

Copyright © 2009 Coffee, TV and Music All rights reserved.
Converted To Blogger Template by Anshul Theme By- WooThemes