NOTICIA - BEYONCE

A cantora (sic) Beyoncé revelou que seu objetivo é ganhar um Oscar e que pretende gravar pelo menos um álbum e um filme a cada ano.

"Eu adoraria ganhar um Oscar! Em alguns anos, esse é meu objetivo", disse a cantora ao site Contact Music

"Eu também quero construir uma família, mas quero ser capaz de fazer um álbum e um filme todo ano", completou.

-

Tá. E eu quero ser baixista do The Who.

That's all, folks!

COFFEE, TV AND MUSIC [LISTAS] 06

O conceito de pop varia bastante. Pode significar que algo é bastante popular, ou ser mais específico, designando um gênero músical, que por sua vez, é muito popular. (jura?). Por exemplo: "Os Rolling Stones são pop". Eles não são pops como Britney Spears, musicalmente falando, mas são mais populares do que ela, e por razões óbvias.

No mais, aqui vai uma lista com 10 músicas pops, de gênero, que já foram boas um dia ou que você deveria ouvir, ou que tu quer ouvir de novo. E sim, eu sei que estão faltando um milhão de músicas que entrariam fácil nessa lista, mas... foram as que me vieram de primeira na cabeça.

01 . Thriller – Michael Jackson
Óbvio. Sem mais.

02 . Like A Virgin – Madonna
Tudo bem, que se tudo que nós conhecemos por pop tosco e sexista que temos de aguentar hoje, devemos isso a Madonna. Mas é inegável que na época, a música era boa, pelo menos pra quem gosta.

03 . Rocket Man – Elton John
Esse Elton John, das antigas, esse sim dava gosto de ouvir. Não essa lady que vive de fazer música pra Disney. Rocket Man sem dúvidas é um clássico absoluto, uma das melhores canções pop já compostas.

04 . Everybody Wants To Rule The World – Tears For Fears
Pode até ser que se comparada à outros grupos pops da época, o Tears For Fears seja um pouco esquecido, mas, sem sombra de dúvida, esse foi um clássico emplacado pela banda, essa música, desde que o gosto musical da pessoa não seja duvidoso, ela consegue atrair dos mais velhos, que viveram a fase áurea da banda, até os mais jovens.

05 . Thank You – Dido
Se comparada com a maioria das musicas aqui citadas, pode se dizer que essa é nova, recente. Pode até ser que esse seja o único hit da Dido. Mas a voz doce da cantora, a melodia fácil e o refrão chiclete ainda cativam.

06 . I’ll Fly With You – Gigi D’Agostino
Muita gente nem lembra dele, aliás, a maioria de vocês nem deve ter pego essa época, em que as danceterias da vida tocavam as músicas dele, dentre elas, essa.

07 . Everybody – Backstreet Boys
Beleza que os BSB não traziam e não trazem nada de bom, mas que quando essa música toca, dá um sentimento de nostalgia, de querer reviver os anos 90. Fora que mesmo que tu não saiba dançar, ao menos um passo da coreografia dos BSB tu faz, é fato.

08 . Wannabe – Spice Girls
Idem ao 07. Exceto na parte de fazer a coreografia das Spice. Qual é? Tá me estranhando?

09 . Could It Be Magic – Take That
Podem dizer o que quiserem do Robbie Williams. Mas o cara era foda. Tinha uma puta voz e dançava como poucos. E essa música é viciante. Fica a dica.

10 . It’s My Life – No Doubt
A música é um cover, mas nem por isso deixou de impulsionar a carreira de Gwen Stefani & Cia, voz cativante e refrão chiclete. Tem como não ouvir?

That's all, folks

ROCK NACIONAL

A morte de Renato Russo e dos Mamonas Assassinas foi o fim de uma era do Rock Nacional, que tinha várias bandas, que se consagraram sobretudo no fim dos anos 80 e início dos 90, dentre elas os Titãs, RPM, Nenhum de Nós, Ultraje A Rigor, e claro, a própria Legião Urbana, de Renato.

O Rock brazuca precisava então de uma renovação. Embora surgida em 91, o Skank começava a tomar moldes de uma banda do mainstream nessa época, assim como o Raimundos. Um pouco mais no final da década, bandas como o Pato Fu, que embora tenha grande ligação com a música eletrônica, se destacou e bastante no cenário do rock nacional.

Grupos já consagrados de décadas anteriores seguiam na estrada, porém, fazendo discos irregulares e já se tornando cansativas para a nova geração, que estava sedenta por algo novo, diferente.

Duas das bandas que fariam sucesso sobretudo nos anos 2000 foram formadas em meados dos anos 90. Charlie Brown Jr em 92 e CPM 22 em 1995. Aliás, acerca desse fato, chega-se à conclusão de que era bem mais dificil chegar ao mainstream naquela época do que hoje. Tanto isso é fato, que o CPM só assinou com a Arsenal Music em 2001, e daí pra frente é que as coisas começaram a melhorar pra banda.

Mas Rick Bonadio precisava de novidades, aliás, o que se entende hoje por rock nacional, está nas mãos desse homem. Vide: CPM 22, Nx Zero, Fresno, Gloria, Fake Number e Cine.

Uma banda que até tinha grandes possibilidades de estourar e cair no gosto dos jovens era o Detonautas. Mas Tico Sta Cruz e seus amigos só encaixaram dois ou três hits e depois disso foram esquecidos, afinal, coisas mais interessantes (e melhores) surgiram. Nesse espaço de tempo, ainda tivemos de aguentar o surgimento de coisas horrendas como Pitty, que também já está caindo no esquecimento. Ainda bem.

Voltando então ao senhor em questão. Ele precisava de substitutos para o CPM, e em meados de 2005, o Nx Zero assina com a Arsenal Music e grava o primeiro disco por uma grande gravadora, o disco homônimo, Nx Zero, com hits como Razões e Emoções, Além de Mim e Pela Última Vez, a banda foi "consagrada" no VMB 2008. Mas nem tudo são flores na vida deles, ainda no mesmo ano, a banda foi acusada pelos americanos do Taking Back Sunday de plágio. A cópia seria, e é da música MakeDamnSure, que foi "convertida" em Daqui Pra Frente, do álbum "Agora" de 2008.

A partir desse episódio, a moral dos caras foi baixando, as menininhas que até outro dia gritavam por Di Ferrero, Gee Rocha & Cia, começaram a deixar o Nx Zero de lado. Rick Bonadio, esperto que é, já tinha uma carta na manga: A banda gaúcha Fresno, que ao contrário do Nx Zero, é uma banda de qualidade e não renega nem os fãs e nem os rótulos que lhe são atribuidos; e por isso, é mais digna de respeito. Além do som, em que a superioridade dos gaúchos é gritante.

A Fresno tá aí, fazendo um baita sucesso e aberta pra quem quiser curtir, independente de rótulos, estereótipos e afins. Mas, Rick Bonadio viu que é um ótimo negócio fazer uma espécie de rotatividade entre novas bandas e decidiu seguir essa linha. As cartas na manga do "Midas" da produção nacional são, num primeiro momento o Gloria, que já tem uma vasta rodagem no underground e os mais novos, Fake Number, que passa a impressão de ser um Paramore tupiniquim e a Cine, que das três, tem maiores chances de chegar mais longe.

Junte o vocal enjoado do Nx Zero, as letras teens do Strike, os sintetizadores e o visual "diferente" da Fresno e isso é igual a Cine. Apesar de a banda jurar de pés juntos que as principais influências são o new wave dos anos 80 e 90, não se anime. Ainda não se trata da salvação do Rock Nacional.

Em tempo, vão ouvir Cachorro Grande, que já tem aí, seus 10 anos de estrada, 5 discos, um acústico MTV ao lado de outras quatro bandas gaúchas e uma mini-turnê com a melhor banda de todos os tempos, o Oasis.

That's all, folks!

NOTICIA - KANYE WEST & LADY GAGA

Lady Gaga e Kanye West estão em preparação para uma série de shows que farão juntos pela América do Norte do final do ano.

"Tem sido divertido trabalhar no projeto da turnê", disse West à BBC. "Nós sabemos o que o outro está pensando", completou Lady Gaga.

-

Não é bem assim não. Kanye não sabe o que a Lady Gaga está pensando. Aliás, ele que não se cuide pra ver se a Lady Gaga não passa a vara nele.

That's all, folks!

TV GLOBO v REDE RECORD - PARTE 2


Bem. Se você chegou ontem de Marte, não sabe, mas como não é o caso, é impossível ficar indiferente à tudo que vem acontecendo nos últimos dias. É mais um capítulo da briga entre a Tv Globo e a Rede Record, que diga se de passagem, está tomando moldes de briga de cachorro grande.

Na parte 1 foi dito que a Record engoliria a Globo num curto espaço de tempo.

Na edição de Terça-feira (11) do Jornal Nacional, a Globo deu destaque com uma matéria de aproximadamente de 10 minutos com uma matéria requentada de 1993. O bispo Edir Macedo ensinando os pastores a pedir dinheiro aos fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), que por consequência, seria usado para enriquecimento das fortunas pessoais dos pastores e na compra e "manutenção" de emissoras de TV, mais precisamente, a Rede Record.

Porém, na época, a denúncia foi arquivada por falta de provas. E como se não fosse o bastante, a Globo cometeu uma falha técnica, uma imprecisão na reportagem, dizendo que a denúncia dos dias atuais havia sido aceita. O que é uma inverdade, pois o Ministério Público ainda não aceitou; e nem vai aceitar enquanto a defesa não se pronunciar.

Vendo tudo isso, a conclusão a que se chega é: Esse é o grito dos desesperados. Sim, porque a Tv Globo sempre soube disso, mas por que jogar tudo isso no ventilador agora? Simples. O fato é que a Globo está vendo a Record chegar cada vez mais perto, e, não, não estamos tirando a culpa dos ombros da Igreja, da Record e nem do Bispo, muito pelo contrário.

Aliás. É bem provável que tudo isso tenha acontecido mesmo, e que tem muito mais coisas e muito mais dinheiro envolvido, coisas que a nossa cabeça jamais pensaria. Entretanto, não podemos provar nada disso.

Voltando à Tv Globo, diziamos que o desespero está batendo à sua porta e que essa foi uma tentativa de parar isso, ou ao menos adiar o que nos parece óbvio; que depois de mais de quatro décadas reinando soberana no Brasil, a Tv Globo vai sentir o que é ser a segunda na preferência do brasileiro.

E só pra não deixar passar em branco. Que tal se a Record decidir exibir o documentário Muito Além do Cidadão Kane? Que conta como e o quê a Globo fez desde a sua fundação até meados de 1993, dentre algumas coisas, a edição do debate entre Lula e Fernando Collor, que claramente favoreceu o "caçador de marajás", que tempos mais tarde seria arrancado, pela própria Globo, da presidência.

That's all, folks!

MORRISSEY

Como foi dito anteriormente no artigo que contou por alto a história do The Smiths, posteriormente seria postado algo semelhante, porém, contando a carreira solo, por sinal, muito bem sucedida, do seu vocalista, Morrissey.

Com o fim da banda, ninguém acreditava que Mozz poderia levar uma carreira solo adiante. Sobretudo, pelo fato de ele não ter mais seu companheiro e braço direito, Johnny Marr. Mas ainda sim, Morrissey continuou escrevendo músicas e pediu auxílio ao produtor Steven Street, que já havia sido produtor dos Smiths, de Madonna e mais tarde seria produtor do Blur também.

Street então achou um novo guitarrista, chamado Vini Reilley. O primeiro single a ser lançado foi Suedehead; e todas as críticas acerca dessa música foram boas.

O primeiro disco solo de Mozz foi Viva Hate, de 1988, e as vendas desse disco foram satisfatórias. Um ano depois, a parceria Mozz & Street acabou, porém, o vocalista não hesitou em reciclar o fator humano e começou a trabalhar com outras pessoas.

Posteriormente, foi lançado o single Ouija Board, Ouija Board. Porém, a mídia inglesa começou a pegar no pé de Mozz praticamente todos os dias nos famosos tablóides sensacionalistas britânicos (Leia-se: The Sun). A saída foi se manter afastado e começar os trabalhos em um novo disco. Mas isso também não deu lá muito certo, além do que, ao invés de vir com um novo disco, ele lançou alguns singles. Um deles era November Spawned A Monster. Esse single foi um enorme sucesso e os fãs amaram a música, por consequência, Mozz provou que podia andar com as próprias pernas.

Mozz saiu então em uma turnê mundial, que foi bem sucedida, diga-se de passagem. Já em '92, Morrissey lançou Your Arsenal. A imprensa mais uma vez aclama o disco. O mesmo ainda foi indicado para um Grammy nos Estados Unidos e se tornou a melhor vendagem de Morrissey.

Entretanto, o sossego não viria de maneira definitiva. A música National Front Disco foi interpretada como sendo pró-nacionalista e a mídia pintou Morrissey como racista. Mas como dizem que tudo que está ruim sempre pode piorar, foi o que aconteceu. Dois amigos íntimos de Mozz morreram e uma biografia chamada Morrissey & Marr - The Severed Alliance chega às lojas. Lendo o livro, a primeira conclusão à que se chega, é que o Smiths acabou por causa da vaidade e do ego de Mozz.

Em '94 Morrissey lança outro disco aclamado pela mídia, Vauxhall and I. E o single The More You Ignore Me, The Closer I Get bate recordes de vendas.

Morrissey então deixa a EMI e começa a trabalhar com a Island Records. Mas mais problemas viriam. Como em '97, quando o baterista Mike Joyce processa Morrissey e Johnny Marr por causa de royalties. Com a decisão à favor de Mike, a dupla não teve outra saída a não ser pagar alguns milhões.

Algum tempo depois, Mozz lança outro disco, Maladjusted, com uma música que fala exatamente sobre isso, chamada Sorrow Will Come In The End.

Esse ano, Morrissey lançou um disco bem recebido pela mídia, entitulado Years Of Refusal, com um ótimo single, I'm Throwing My Arms Around Paris, que alcançou boas posições e teve um número de execuções considerável nas MTV's do mundo inteiro.

E como se não fosse o bastante, ainda esse ano, Morrissey foi o pivô de uma polêmica. Ele estava fazendo sua apresentação em um desses festivais de verão na Europa quando sentiu cheiro de carne vindo das barracas de comida.

Vegetariano ferrenho que é, Morrissey disparou: "Espero que esse cheiro que eu estou sentindo, seja de carne humana!". Após isso, ele deixou o palco alegando que não estava se sentindo muito bem com aquele cheiro. Passado algum tempo, ele retornou ao palco e concluiu seu show.

That's all, folks!

COFFEE, TV AND MUSIC [LISTAS] 05

Mais uma lista pra vocês. Lembram daquela lista com 13 músicas pra te fazer gostar de Blur? Então. Agora, outra, com o outro grande nome do Britpop, o Oasis.

Como não é segredo pra ninguém, a banda preferida da redação (que continua contando com uma pessoa só) do Coffee é o Oasis, sendo assim, a lista vai além de 13 músicas, na verdade, 20.

E assim como na maioria das listas postadas aqui, a ordem não interessa, não significa que uma canção seja inferior à outra, aliás, é por ordem de lançamento. Então, chega de rodeios e vamos ao que interessa.

01. Rock N' Roll Star - Definitely Maybe, 1994.
É a faixa que abre o debut album da banda. Fala sobre ser uma estrela do rock n' roll e não estar nem aí pra nada, só pra sí mesmo. A melodia tem uma levada que une toda a atmosfera dos anos 60, do rock rápido do The Who à modernidade da época.

02. Live Forever - Definitely Maybe, 1994.
Sem sombra de dúvidas, é uma das letras mais bonitas de toda a carreira do Noel. Ao contrário das canções dos últimos discos, Live Forever soa inocente, doce. Uma vez que as de hoje são super produzidas e por assim dizer, até mais mecanizadas. Já Live Forever passa o sentimento.

03. Columbia - Definitely Maybe, 1994.
Embora não seja uma das mais festejadas do disco, traz uma psicodelia fora do comum. Alguém já chegou pra ti e disse: "Quando eu ouço tal música eu tenho a impressão de estar drogado", hein? Então, Columbia sem sombra de dúvida é uma delas.

04. Morning Glory - (What's The Story) Morning Glory?, 1995.
A música que dá nome ao disco mais aclamado e cultuado dos Fab Five de Manchester. É marcada por riffs e solos poderosos de guitarra, sendo muitíssimo bem executados pelas mãos de Noel. Sem contar a voz de Liam, que na época, era algo fora do comum.

05. Champagne Supernova - (What's The Story) Morning Glory?, 1995.
Existem muitas teorias acerca da composição dessa música. Uma delas, é a de que Noel ouviu Bossanova na TV e entendeu Supernova, daí o título. Outra, é de que Champagne Supernova é o ato de beber champagne enquanto se fuma maconha, o que é bem provável, pois ao ouvir Champagne Supernova tu tem a impressão de que está saindo álcool das caixas de som. Reza também a lenda, de que quando Noel a tocou pela primeira vez, numa van para o resto da banda, o segundo guitarrista Bonehead chorou copiosamente ao final da música, de tão bonita que a canção era. E de fato é.

06. Be Here Now - Be Here Now, 1997.
Embora o disco seja marcado pela super produção que o envolveu, a música não é das mais pomposas. Trata-se de um rock n' roll puro, sujo e batido com guitarras empolgantes. Esse é um daqueles casos em que não existem explicações, é só ouvindo pra entender.

07. All Around The World - Be Here Now, 1997.
A música mais bem produzida de um disco carregado, com quase 10 minutos de duração, é uma que entra fácil na lista das melhores composições de Noel, tanto no quesito melodia, beleza da letra e afins.

08. Fade Away - The Masterplan, 1998.
É rock n' roll do começo ao fim. Aliás, é uma música que aponta um fato que nem todo mundo compreende. O Oasis tem muito mais do The Who do que dos Beatles. Aliás, se essa música não tivesse esse título, ela teria que se chamar The Who. Em tempo, ela é B-Side de Cigarettes & Alcohol, um dos singles do Definitely Maybe.

09. The Masterplan - The Masterplan, 1998.
A mais bem sucedida das b-sides. Essa música é tão, mas tão querida pelos fãs, que ela é mais que uma b-side, é um hino, é presença obrigatória na setlist das turnês do Oasis. No mais, dance if you wanna dance. ♪

10. Go Let It Out - Standing On The Shoulder Of Giants, 2000.
Se contarmos Fuckin' In The Bushes como introdução, Go Let It Out é a música, de fato, que abre um dos melhores discos da banda. Embora tenha sido moda na época e executada até a exaustão nas rádios do mundo inteiro, é inegável que é uma grande música, cheia de experiencias e tudo mais.

11. Gas Panic! - Standing On The Shoulder Of Giants, 2000.
De longe, não só a melhor música desse disco, mas de toda a história do Oasis. Ela não soa britpop, como é o estilo da banda. Ela tem um quê de progressivo, uma coisa sombria que a acompanha, que é algo realmente incompreensível, fora de sério, o que torna a música simplesmente espetacular.

12. Stop Crying Your Heart Out - Heathen Chemistry, 2002.
Foi muito modinha, todos nós sabemos. Principalmente por ter tocado no Efeito Borboleta. Mas há de se admitir que a música e linda e faz amolecer até o mais duro dos corações.

13. Turn Up The Sun - Don't Believe The Truth, 2005.
A primeira música não composta por Noel a entrar na lista. Essa pertence ao baixista, Andy Bell, já citado aqui diversas vezes, sobretudo por ter sido guitarrista do Hurricane #1. A música em sí, traz doçura no começo e raiva no refrão. É difícil de explicar, novamente, é o caso de ouvir pra entender.

14. Lyla - Don't Believe The Truth, 2005.
É, modinha também. Mas nesse caso, também há de se compreender que é uma grande música. Riff poderoso e refrão matador. A letra? Fala sobre uma garota, que por mais incrível que pareça, se chama Lyla.

15. The Importance Of Being Idle - Don't Believe The Truth, 2005.
Pode parecer pretensão demais e até mesmo um devaneio, mas essa música, tem uma levada de rock gaúcho, mais precisamente de Cachorro Grande. Se bem que, sabemos que é o contrário, que a Cachorro se inspira e muito no Oasis, tanto é, que eles abriram a tour dos irmãos Gallagher por aqui, inclusive, a pedido do próprio Noel.

16. Keep The Dream Alive - Don't Believe The Truth, 2005.
Mais uma de Andy Bell. É de fato, mais uma linda canção. Fala basicamente sobre manter o sonho vivo. Precisa dizer mais?

17. The Turning - Dig Out Your Soul, 2008.
É a segunda faixa do trabalho mais recente do grupo. Traz uma levada pomposa, carregada à piano e bateria, fazendo lembrar o álbum de 2002, o Heathen Chemistry. No refrão entram as guitarras distorcidas de Noel e Gem, marca registrada desses dois, que tocam juntos desde 2000, quando Gem se juntou ao Oasis.

18. The Shock of The Lightning - Dig Out Your Soul, 2008.
O primeiro single do disco. E ao contrário do que se imagina, ela não é necessáriamente uma música comercial. O estilo dela é fácil de se identificar, indie rock. Uma curiosidade interessante, é em relação ao video, que assim como a capa do disco, é todo feito com colagens e afins. Pois bem, como quem acompanha a banda sabe, o baterista da turnê é Chris Sharrock, que tocava com Robbie Williams, entretanto, quem gravou o disco foi o mesmo baterista de Don't Believe The Truth, Zak Starkey, filho de Ringo Starr e aluno de Keith Moon. Precisa mais? Na verdade não, mas enfim, uma das partes interessantes dessa música, é o solo de bateria que tem no final, não deixando dúvidas de que Zak foi mesmo aluno de Keith.

19. I'm Outta Time - Dig Out Your Soul, 2008.
Nossa penúltima música também é um single do disco. É uma composição de Liam, tanto é que só aparece ele no clipe, a exemplo de Songbird, de 2002. Porém, não há nem espaços para comparações entre essas duas canções, I'm Outta Time é infinitamente superior. Tanto é, que apesar de ser nova, já virou hino cantado em coro nos shows da banda. Assim como Stop Crying Your Heart Out, é absurdamente bela e toca fundo no coração de quem a ouve. No final da mesma, um sample com um trecho da última entrevista de John Lennon é executado.

20. Falling Down - Dig Out Your Soul, 2008.
Mais um single. E como não poderia deixar de ser, a exemplo de todos os outros discos do Oasis, exceto Definitely Maybe, sempre há um single cantado por Noel. Uma curiosidade, é que antes mesmo dessa música vazar em sua versão original ou do disco ser lançado, saiu uma versão remix, do Chemical Brothers, que tu pode baixar clicando aqui. O video promocional dela também é um show à parte. Fala sobre a nobreza inglesa, só que de um modo não muito convencional.

Só pra concluir. Eu sei que faltaram muitas músicas aí, e que hits como Supersonic, Cigarettes & Alcohol, Slide Away, Wonderwall, Don't Look Back In Anger e Stand By Me foram deixados de lado, e que, a maioria das pessoas começam a ouvir as bandas pelos seus principais hits, mas algo me disse que essas músicas não precisariam estar na lista, então, é por esse motivo que elas não estão.

E antes que eu me esqueça, se depois de ouvir essas 20 músicas tu ainda não conseguir gostar de Oasis. Meu amigo... desista e vá ouvir Jonas Brothers.

That's all, folks!
 

Copyright © 2009 Coffee, TV and Music All rights reserved.
Converted To Blogger Template by Anshul Theme By- WooThemes